Assalto a banco em Brazlândia: prisão de mais um suspeito envolvido no crime
Assalto a banco em Brazlândia: prisão de mais um suspeito envolvido no crime
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) efetuou, na manhã desta terça-feira (18), a prisão de mais um suspeito envolvido no furto de aproximadamente R$ 70 mil de uma agência do Banco do Brasil em Brazlândia. A operação foi conduzida por equipes da 18ª Delegacia de Polícia e ocorreu em Ceilândia. O criminoso preso teria sido responsável pelo fornecimento das armas utilizadas no crime, além de participar do planejamento da ação.
Como ocorreu o furto
O crime foi cometido na madrugada do dia 9 de fevereiro e descoberto apenas na manhã seguinte, quando vigilantes perceberam sinais de arrombamento na agência. Os criminosos utilizaram ferramentas como discos de corte e outros equipamentos para acessar a sala onde o dinheiro estava armazenado. O grupo invadiu o local através do telhado de um prédio vizinho, passando pelo banheiro e destruindo parte da parede para chegar ao cofre.
Prisões e buscas pelos foragidos
Até o momento, dois suspeitos foram presos. O primeiro deles, Ronis Cesar Nunes de Faria Santos, foi detido em flagrante na terça-feira (11). Ele estava em liberdade temporária pelo sistema prisional do DF e, após cometer o crime, retornou à prisão tentando evitar suspeitas. O segundo envolvido, capturado nesta terça-feira (18), teria ajudado na logística e aquisição dos materiais usados no assalto.
As investigações apontam que pelo menos seis criminosos participaram do planejamento e execução do crime. Entre os quatro que continuam foragidos, está Daniel da Silva Moreira, que possui histórico de participação em delitos semelhantes. Após o furto, parte do grupo chegou a se reunir em um restaurante rural na região para ostentar o dinheiro roubado.
Investigação em andamento
A Polícia Civil segue em busca dos foragidos e investiga possíveis conexões do grupo com outros crimes. Todos os suspeitos possuem antecedentes criminais, com mandados de prisão em aberto. A PCDF reforça que qualquer informação sobre os envolvidos pode ser repassada anonimamente.
O Banco do Brasil confirmou a ocorrência da ação criminosa e afirmou estar colaborando com as investigações, sem divulgar detalhes sobre os valores levados pelos assaltantes. O caso segue sob apuração, e novos desdobramentos são esperados nos próximos dias.










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